RODA DE CONVERSA

Assista aos Vídeos

SEGUNDO OLHAR (9)
 
elza lima.png

Elza Maria Sinimbú Lima (Belém, 1952), conhecida como Elza Lima, é uma fotógrafa brasileira que durante décadas registou os habitantes da região amazônica.

O trabalho de Elza Lima foca-se nas tradições culturais e no cotidiano das populações ribeirinhas do Pará, registando as festas populares, o artesanato, a pesca, as moradias, as brincadeiras infantis e a presença de ícones da modernidade, como a televisão e objetos industrializados, no dia-a-dia das comunidades. Algumas das suas imagens chamam também a atenção para a relação afetiva das pessoas com o meio ambiente.

Já expôs nos Estados Unidos, Espanha e França, Suíça, Alemanha, Portugal. As suas obras podem ser encontradas em coleções de Museus como o MASP - Museu de Arte de São Paulo (São Paulo, Brasil), Centro Português de Fotografia (Porto, Portugal), Kunstmuseum Des Kantons Thurgau (Warth-Weiningen, Suíça) e no MAM Rio (Rio de Janeiro, Brasil).

Atualmente desenvolve trabalho de pesquisa sobre as pescadoras do Porto do Milagre em Santarém, região do Baixo Amazonas, além de ministrar cursos e palestras no Brasil e estrangeiro.

Seja um dos expositores da Galeria 3D se
 

Márcio Vasconcelos (São Luís/Maranhão/Brasil), é fotógrafo profissional autodidata e independente. Dedica-se há mais de vinte anos à pesquisa e registro da Cultura Popular e Religiosa dos afrodescendentes no Brasil, especialmente no Estado do Maranhão. Seus trabalhos aliam a fotografia a uma vasta pesquisa antropológica e social.

 

  • Autor do projeto Nagon Abioton – Um Estudo Fotográfico e Histórico sobre a Casa de Nagô, aprovado na Lei Rouanet e no Programa Petrobras Cultural/2009, editado na forma de livro sobre um dos terreiros mais antigos do Tambor de Mina no Maranhão.

  • Vencedor do 1º Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras/2010 (Fundação Cultural Palmares/Petrobras) com o projeto “Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão”.

  • Vencedor do XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o projeto “Na Trilha do Cangaço – O Sertão que Lampião pisou”.

  • Finalista do Prêmio Conrado Wessel 2011 com o projeto “Na Trilha do Cangaço – O Sertão que Lampião pisou”.

  • Vencedor do XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o Projeto "Visões de um Poema Sujo", inspirado na obra-prima "Poema Sujo" do poeta Ferreira Gullar.

  • Finalista do Prêmio Conrado Wessel 2014 com o projeto “Visões de um Poema Sujo".

  • Menção Honrosa no 3º Concurso Ibero-americano de Fotografias, promovido pela Embaixada da Espanha, com o ensaio “Incorporados”.

  • Menção Honrosa no Concurso de fotografias do Centro Regional de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da América Latina 2012 - CRESPIAL, com o Trabalho “Tambor de Mina”.

  • Selecionado para leitura de portfólios em Santo Domingo – República Dominicana, no Trasatlantica/PhotoEspaña 2012, com o projeto “Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão”.

  • Finalista do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia 2019, como o projeto Bruxos e Curandeiros – “A magia bantu entre África, Cuba e Maranhão”.

  • Finalista do Prêmio Pierre Verger de Fotografia 2019, como o projeto “Espíritos de Senzalas – Imagens do Vazio, do silêncio, do invisível”.

OUTRAS PREMIAÇÕES

  • Finalista no “III Concursos Fotográfico Sérgio Buarque de Holanda” 2005, nas categorias Cor e P&B.

  • Finalista no concurso “Leica-Agfa Fotografe 2005”.

  • Finalista no concurso “Leica-Agfa Fotografe 2006.

  • Menção Honrosa no concurso da Secretaria Nacional Antidrogas – SENAD 2006.

  • Finalista no I Concurso fotográfico da Associação dos Fotógrafos do Maranhão.

  • 2 Menções Honrosas no Concurso “Leica-Fotografe 2007” nas categorias Cor e P&B.

  • lº lugar no Concurso Fotográfico da Secretaria de Turismo de São Luís (MA) .

  • 3º colocado na Quinta Edição do Concurso Iberoamericano de Fotografia da ONG Save the Children.

  • Finalista Regional do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2009 do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

  • 3º lugar no Concurso Nacional de Fotografia Consigo a Melhor Imagem 2008.

  • Finalista no 2º Concurso Nacional de Fotografia Consigo a Melhor Imagem 2009.

  • Menção Honrosa no 7º Concurso Fotográfico Cultural “Leica-Fotografe 2009”.

 
WhatsApp Image 2021-04-27 at 14.02.27.jp

CRIAÇÃO DE PROJETOS FOTOGRÁFICOS

com LUCIANA MACÊDO

Prof.  de Fotografia da UFAP

 
Açai, perola negra_flyer.jpeg

Mostra Fotográfica "Açaí, Pérola Negra"

 

Fotógrafos: Joilson Arruda e Saulo de Sousa

Curador: Renato Negrão.

 

"O açaí é tudo pra mim!", assim, o senhor Silvinho, define a relação de importância que esse produto nativo da floresta amazônica tem em sua vida e a partir dessa riqueza cultural que o trabalho fotográfico, agora visto nesta exposição, foi idealizado.

Durante alguns dias acompanhamos o trabalho de bravos homens que entram na floresta e escalam, unidos à árvore do açaí - que pode chegar a 20 metros de altura - pela pecunha, um objeto feito de fibras, onde o apanhador de açaí prende ao pé e escala a árvore até o topo, onde está o cacho do Açaí. Uma vez constatado que ele está maduro e pronto para colheita, ele é ceifado com um facão e trazido pelas próprias mãos de quem o colheu até a Terra firma. Assim como o senhor Silvino, centenas de homens fazem o mesmo ritual, há anos, nesta relação simbiótica entre floresta e seres humanos.

Estamos falando da colheita manual do Açaí. Uma prática que vem ocorrendo há anos na floresta e que sustenta a vida de muitas famílias. No entanto, com a mecanização da produção agrária e a derrota que a floresta vem perdendo pelo homem, ela está cada vez mais diminuída.

"Açaí, Pérola Negra" tem como compromisso mostrar, lançar luz, sobre um dos inúmeros orgulho que o povo de Rondônia tem e fornece para o resto do Brasil e para o mundo. Um patrimônio cultural que agora, através deste trabalho, chegará a mais pessoas e se é verdade que os guardiões da história precisa passar, de boca a boca, o que viram e constataram com seus próprios olhos, a história destes homens destemidos, estará preservada pelo olhar atento dos profissionais que apresentam, em fotografias, a experiência vivenciada com a colheita manual do Açaí.

Convido-os a saborear e sentir-se orgulhoso com a riqueza de nossas histórias.

 

Renato Negrão

 
WhatsApp Image 2021-06-07 at 21.48.24.jp

ARQUEOLOGIA DA IMAGEM

 

Temos o prazer de convidar Fernanda Terra para nossa Roda de Conversas. Dona de um olhar refinado e curioso sobre a produção imagética, Fernanda investiga o campo da arte, da criatividade, dos processos criativos e imaginativos e através de curadorias, realiza exposições arrojadas. Como historiadora da arte e pesquisadora iconográfica, também, produz conhecimento através de estudos e pesquisas em acervos públicos e privados que resultam em publicações de fôlego e que revelam aspectos importantes da história das imagens e da construção do olhar sobre o mundo. 


Autora de diversos livros, Fernanda é mestre em Museologia e Patrimônio, pós-graduada em História da Arte, arqueóloga e artista visual, membro do ICOM (Internacional Council of Museums). Dentre projetos de exposição de sua autoria destacam-se: Mestres da Gravura na Coleção Biblioteca Nacional, Traços de NY - Joaquin Torres Garcia, Diálogos Urbanos, Desobediência Tecnológica – Ernesto Oroza, Jorge Fonseca, dentre muitas outras.  Foi diretora de pesquisa do Museu de Arte Contemporânea de Niterói e coordenou diversos projeto como curadora iconográfica no Museu do Futebol, Paço do Frevo, Museu de Arte do Rio, Fundação Biblioteca Nacional, etc. Suas publicações são primorosas e tratam de aspectos iconográficos da história do Brasil, como o livro: Salvador, uma iconografia através dos séculos; O Outeiro da Glória, ganhador do prémio RIO450; Mestres da Gravura, em comemoração aos 200 anos da Fundação Biblioteca Nacional, dentre outras. Fernanda também se dedica a consultoria e curadoria de artistas e fotógrafos no desenvolvimento de suas práticas e processos criativos que resultam em exposições, livros, textos sobre os mesmos. Para maiores informações sobre suas realizações acesse:  

 
Roda de Conversa - Lu Brito.jpg

SERTÃO – LU BRITO

 

A AUTORA

Lu Brito, oftalmologista, nascida em Salvador em 1971, fotografa desde 2005.

Já percorreu o Brasil inteiro e mais de 40 países, sempre observando e registrando imagens peculiares. Realizou sua primeira exposição individual em 2015, #LUDOSMUNDOS, na Alma Fine Art e Galeria (Salvador). Depois disso, realizou a exposição “O que os olhos não veem o coração não sente”, no Othon Palace Hotel (Salvador, 2015) e participou de várias exposições coletivas não apenas no Brasil, mas também no exterior: “Brazilian Perspectives” (Viena, Áustria, 2019 e 2020).

Começou a fotografar com drone logo que os primeiros drones fotográficos apareceram no Brasil e se especializou nessa fotografia aérea zenital de drone.

 

O LIVRO

O livro mostra um sertão diferente do que estamos acostumados a ver. Lu Brito traz em seu segundo livro um sertão na época das chuvas. Um sertão com água e repleto de riqueza e exuberância. Ao contrário do que podemos pensar, o sertão tem uma beleza rica e cheia de cores nessa época do ano. Além disso, a fotógrafa traz em seu trabalho um olhar inusitado: a fotografia aérea com um drone zenital – perpendicular – que nos mostra as texturas, cores, geografia e geometria de uma das regiões mais cativantes do Brasil.

 

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Formato: 17x23 cm

Número de páginas: 88

Miolo: Eurobulk 150g

Capa: capa dura com laminação fosca

Lombada redonda

Acabamento: costurado

 
Prosa Fotográfica _chamada.jpg

PROSA FOTOGRÁFICA

 

Curador reune fotógrafos para enfrentar a Pandemia. O resultado foi o Livro "Prosa Fotográfica".

 

No início da Pandemia da Covid-19, em março de 2020, quando os primeiros casos chegaram no Brasil, o Curador Renato Negrão teve a ideia de convidar um grupo de 10 fotógrafos e criaram um curso sobre poéticas visuais - uma maneira se expressar, usando a fotografia como ferramenta.

O grupo se reunia todas as sextas-feiras, às vezes as aulas eram teóricas, outras, avaliação e debate sobre as imagens até que o curador, vendo a bela história que acontecia, propôs a produção de um livro a partir de um tema específico: A comunicação entre os participantes usando apenas a fotografia como elemento.

Foto de Vera Resende enviada a Malu Mesquita   -    Resposta de Malu Mesquita

Toda semana Negrão propunha um tema, escolhia, ou sorteava, um fotógrafo que iniciaria a "conversa" fazendo uma fotografia e enviando a outro fotógrafo do grupo, até que os 10 participantes terminassem a rodada de conversa. Tudo isso tinha que acontecer antes do encontro seguinte, sempre no prazo de uma semana.

Temas como: Arte; o Corpo; Fúria e um capítulo com liberdade total de criação.

Assim nasceu um livro que se tornou símbolo de união e colaboração. A produção dos 250 exemplares impressos na gráfica Ipsis foi possível através de financiamento coletivo. Em menos de 2 meses o grupo conseguiu o valor estipulado para conseguir tornar real o objetivo que os motivou.

 

O livro pode ser adquirido no instagram do curador: @renatonegrao e de uma das fotógrafas: @malumesq

 Sobre o Curador:

 Renato Negrão

 renato@renatonegrao.com.br

www.renatonegrao.com.br

+55 11 982707395

 

Mora e trabalha em São Paulo.

Fotógrafo/artista visual e curador - Com formação em Comunicação Social pela UFPR (1997), pós-graduação em Fotografia pelo Senac-SP (2004) e Mestrado em Comunicação e Semiótica, pela PUC-SP (2017).

Atualmente é professor do curso de pós-graduação em Curadoria, no Senac-SP e desenvolve projetos pessoais. Como curador montou exposições em 12 países: Jordânia; Líbano; Qatar; Emirados Árabes; Iraque; Canadá; Estados Unidos da América; Alemanha; França; Inglaterra; Rússia e Indonésia. No Brasil, tem expôs no CCJF - Rio de Janeiro; Museu da Imagem e do Som; SESC Vila Mariana; Galeria Olido e Caixa Cultural - São Paulo; Museu dos Correios - Brasília e foi curador da exposição coletiva “Intervenção na Caatinga”, onde as fotos foram montadas em uma fazenda na divisa dos Estados do Rio Grande do Norte com a Paraíba.

Prêmios: Edital de Fotografia, pela Secretaria de Cultura do estado de São Paulo, em 2009, onde desenvolveu projetos sobre a preservação da Memória na região da Luz, Centro de São Paulo; Edital de Artes Visuais Proac, em 2010, com o projeto “Casa Vazia” - documentação de lugares abandonados. Com o dinheiro do prêmio viajou para Chernobyl; Catacumbas de Paris; Fordlândia e Coccoci.

Em Julho de 2019, participou, como fotógrafo convidado na Mostra SP de Fotografia, com o Tema “Plástico”.

Em Setembro de 2019 participa de um programa de Residência artística para curador, no “Estudio Abierto” em Oaxaca, México, com um projeto que propõe o intercâmbio cultural entre fotógrafos Brasileiros e artistas Mexicanos.

 

Suas pesquisas procuram entender o percurso da arte e fotografia no século XXI.

 
SEGUNDO OLHAR (9).jpg

João Marcos Rosa

João Marcos Rosa é um fotógrafo brasileiro apaixonado pela cultura e vida selvagem. Jornalista por formação, é um dos sócios fundadores da Nitro Histórias Visuais e tem especial talento para contar histórias visuais ligadas à biodiversidade e à conservação ambiental.

 Desde 2004 é colaborador da National Geographic Brasil, com imagens também publicadas na edição principal da revista nos EUA, além de Espanha e Alemanha. Seus trabalhos ainda podem ser encontrados em revistas como GEO, BBC Wildlife, Terra Mater e já ilustraram campanhas de conservação para Greenpeace, UNESCO, e WWF.

 

 Conduz expedições fotográficas desde 2013 para diversos destinos nacionais e internacionais.

 

É autor dos livros Harpia (2010), Arara azul Carajás (2015), Jardins da Arara de Lear (2017) e Diário de um Outono Particular (2020). Entre as exposições realizadas estão “Mormaço na Floresta”, exibido na Galeria dos Povos Indígenas em Brasília em 2008 e “Pássaros Brasileiros”, com exibição no Weltvogelpark, na Alemanha, em 2010. Em 2012 levou para a Fotogaleria a Céu Aberto, em Montevidéu, a exposição “Territórios e Encontros” com imagens de seus documentários sobre a fauna brasileira. Em 2016, a convite do Horniman Museum, em Londres, expôs o trabalho “Fauna Brazil” e, nesse mesmo ano, participou da exposição “Brazlilica”,  do St. George’s Hall, em Liverpool.

 

 Vencedor de diversos prêmios, como o World Bird Photo Contest, Itaú/BBA, New Holland Fotojornalismo e Avistar, João Marcos Rosa também tem fotografias emblemáticas publicadas nos livros “Back from the Brink” (CEMEX, 2017), “A Geography of Hope” (CEMEX, 2106), “Facing Extinction” (Birdlife/T&AD Poiser, 2010), entre outros.   

João Marcos Rosa ( site )